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22.1.10

Pulgas...

As praças lá perto de casa estão infestadas de pulgas. E o Boomer... bom, está com pulgas, pela primeira vez. Essa semana catei 5, em dias alternados. Não é que ele esteja infestado, porque a gente passa Frontline 1x por mês e ele mata a pulga 48h após subir no cachorro. Até onde eu sei funciona, e a vet garante que sim. Mas dá uma pena o bichinho se coçando, porque nessas 48 horas as pulgas picam, né?

Então resolvi comprar o MyPet Spray (o spray do Frontline tava muito caro, mas é o mesmo princípio). Você umedece o pelo todo do cão com o produto, e ele mata as pulgas na hora. Teoricamente. Vamos ver se alivia o tadinho...

1.9.09

Porque eu sumi...


Gente, desculpem o sumiço. Estou ocupadíssima preparando uma novidade: A Boomer Cookies!

Vamos produzir - e vender, espero eu - biscoitos caninos saudáveis. Com ingredientes apropriados e frescos, sem conservantes, corantes, sal ou qualquer outra coisa que possa fazer mal aos peludos.

Claro que a idéia surgiu a partir da minha própria cozinha e os biscoitinhos que comecei a fazer pro Boomer quando olhei a lista de ingredientes nos pacotes de petiscos caninos e me assustei. Não conhecia a maioria deles - que tinham nome de laboratório de química - e os que conhecia não me agradavam em nada (glutamato monossódico era um deles). Comecei a pesquisar e experimentar receitas e o resultado é que a cada fornada a casa fica com um cheirinho delicioso! E os biscoitos foram aprovadíssimos por todos os cães que provaram, aí os amigos começaram a pedir cada vez mais...

Vamos começar com 3 sabores (levedo de cerveja, frango e abóbora). Já temos outros sabores em teste e vamos vender bolos caninos também na versão "doce" - de frutas ou legumes como cenoura e abóbora - e "salgada" - de carne. Lembrando que nenhum deles leva sal ou açúcar. Outras linhas de produtos estão sendo testadas em nossa cozinha.

Em outubro, no Rio de Janeiro! Aguardem o site, com maiores informações.

17.6.09

CHEGOU!!!!!!!

Segui a dica da Vivi e encomendei os cortadores de biscoito em forma de ossinho na BarraDoce. Claro que além desses cortadores, pedi vários outros apetrechos culinários. Eu juro que tento, mas não consigo resistir...

Bom, minha encomenda chegou ontem e claro que eu já estou com as mãos coçando pra começar a inauguração. Catei uma receita de petisco que mereça cortador de biscoitos (ao contrários dos outros que já fiz). Escolhi num dos livros de culinária que comprei uma receita de Liver Biscuits, ou biscoitinhos de fígado de galinha. Isso porque eu tenho todos os ingredientes em casa: tem fígado e caldo de galinha natural congelados, tem aveia e até levedo de cerveja. Mal posso esperar pra preparar o quitute!

No próximo post, a receita e as fotos.

8.6.09

Inverno

O Boomer sentiu a chegada do frio esse ano. Comentei no post sobre a tosa que ele acabou ficando pelado bem nas semanas de frio, e tem até dormido na nossa cama e na caminha dele. Comentei que ele fica de casaco durante os dias frios. Só não postei uma foto dele com o último casaco que compramos. Foi tirada em nossa última ida a Mauá. Lá sempre faz frio à noite (com raríssimas excessões) e foi por causa de nossas idas pra lá que eu vi que o Boomer ia precisar de casaquinho. É que ele passa a noite comigo num bar/restaurante ouvindo o papai dele tocar violão e cantar. Ele adora porque está lá com a gente, ao invés de ficar sozinho em casa. Normalmente ele corre o dia inteirinho lá, então à noite ele fica um santinho dormindo debaixo da mesa. Um belo dia estava um pouco mais frio e ele não dormia de jeito nenhum,ficava andando de um lado pro outro agoniado. Quando eu me toquei que podia ser frio e estiquei meu casaco no chão, ele deitou em cima na mesma hora e dormiu. A primeira providência quando cheguei no Rio foi comprar um casaquinho pra ele.




Desde então ele já tem 3 casacos que ele adora, depois eu posto as fotos dos outros 2. A gente não sobe mais a serra sem um casaquinho pra ele na mochila. O casaco da foto é da bichinho chic e é de moletom bem quentinho, flanelado (não sei quantas lavagens vai agüentar). O único problema de ficar muito tempo "vestido" é que embola muito o pelo. É bom tirar em algum momento do dia pra escovar o pelo e depois vestir de novo (eu já deixei ele passar 2 dias inteiros com a roupa e tive uma desagradável surpresa ao tirar). Outra opção é mudar o modelo de agasalho pra algum que não cubra as axilas e o peito, como a capa Alaska da Pickorruchos que ele também tem e é bem quentinha, todo felpudinha por dentro. Pra Mauá é até melhor que não fica tão sujo, e essa aí não dá nós no pelo. Depois posto uma foto do Boomer vestido com ele. Por enquanto, vai uma foto do modelo do site mesmo:

6.5.09

Aprontando (1) - abrindo a geladeira

Boomer aprendeu a abrir a geladeira. A gente até hoje não sabe como ele fazia, mas o fato é que ele abria e fazia a festa. Nas duas primeiras vezes a gente imaginou que não tinha fechado a geladeira direito, que ele tinha apenas se aproveitado de um deslize. Mas depois da 3a nos convencemos.

A primeira vez que ele abriu a geladeira eu cheguei em casa e encontrei um pote vazio no chão da cozinha. Na hora achei que ele tinha roubado na despensa, depois vi que era onde estava guardado um frango desfiado. Ele comeu tudo, não sobrou um fiapinho pra contar história. Além desse pote vazio encontrei mais um, e dessa vez ele parece não ter gostado muito do que tinha dentro: espalhou - e amassou - o quiabo pela casa toda. Eca!

Na segunda vez, eu estava dormindo e o Raphael já tinha saído pra trabalhar (ele sai muito, mas muito cedo - entra às 6 no trabalho). Eu acordei atrasada e encontrei a cama NOVA do Boomer empapada de óleo e fedendo, com um pote em cima. Minha mãe tinha comprado essa cama ele há menos de uma semana, e custou uma fortuna. O Boomer simplesmente abriu a geladeira, pegou um pote de alho amassado em conserva e levou pra brincar na cama dele. Resumindo: ele e a cama estavam IMUNDOS. A casa toda fedia a alho. Botei a cama pra lavar na tinturaria (paguei outra fortuna) e a moça disse que o óleo ia sair, mas o cheiro do alho ela não garantia. A cama voltou depois de 10 dias fedendo a alho e ficou pendurada no sol mais um mês pra sair o cheiro. Não preciso nem dizer que cheguei atrasada no trabalho, né?

Na terceira vez, era a Edilaine (diarista) que estava com ele em casa. Ela me ligou dizendo que estava arrumando o quarto quando ouviu um barulho na cozinha e foi ver o que estava acontecendo. Flagrou o Boomer com a porta da geladeira aberta e a fuça dentro de um pote de frango - é, ele adora frango.

Acho até que demorei demais pra entender que ele SABIA abrir a geladeira e fazia isso voluntariamente, mas aprendi na marra e pedi pela internet uma trava de geladeira dessas feitas para bebês. Funcionou direitinho, e agora podemos sair de casa tranqüilos. Até na casa da minha mãe tem uma, pra quando ele fica uns minutinhos sozinho por lá. A trava é essa aqui http://www.americanas.com.br/AcomProd/594/625399 e recomendo fortemente pra quem tem esse mesmo problema. A da casa da minha mãe é essa aqui http://www.americanas.com.br/AcomProd/594/635304 e também funciona perfeitamente. Ao contrário do que eu imaginava os adesivos são bons e a trava já está lá há meses.
Nossa geladeira, travada. Simples assim:

30.12.08

Tosa e outros cuidados

Ao longo do crescimento do Boomer, deixamos seu pelo crescer quase que livremente. Fazíamos nós mesmos a tosa higiênica - remoção de pelos em torno do anus, na barriga próximo ao pênis, embaixo das patas, evitando escorregões e o que crescia entrando dentro dos olhos - como a veterinária ensinou. Eu ainda tentei dar uma aparada algumas vezes, pra "diminuir" um pouco. Até completar 9 meses, nunca havia sido efetivamente tosado. A gente acha ele lindo todo peludão, parece um bicho de pelúcia mesmo. Mas aconteceu que o pelo já estava ficando muito desgrenhado, o aspecto não era mais saudável. Estava cada vez mais difícil mantê-lo limpo e sem nós. Acabamos levando pra tosar, e deixaram ele pelado, pelado. Muito feio. Irreconhecível. Ele ficou deprimido uns 2 dias depois dessa tosa. Cheguei à conclusão que os guias e sites americanos estavam certos: mesmo que você não queira manter a tosa da raça, é apropriado tosar os pelos a cada 6 meses, proporcionando sua renovação.
Boomer lindinho, peludão (tentei achar, mas não tenho fotos de como ele chegou a ficar desgrenhado):


Boomer pelado depois da primeira tosa, desastrosa:


Depois de ter que pelar o bichinho, comecei a levar muito mais a sério a escovação, que agora tento (e quase sempre consigo) fazer dia sim, dia não. A maior dificuldade em relação à limpeza e desembaraço dos pelos é quando vamos a Mauá, e ele rola na lama, entra no mato, essas coisas. Volta pra casa carregando tudo e mais um pouco nos pelos. Faz parte, né?

2 meses depois dessa 1a tosa (desastrosa), o pelo já tinha crescido o suficiente pra receber o corte da raça, e eu resolvi fazer, por curiosidade mesmo. A 1a tosa da raça dele! Ficou lindinho, mas as opiniões foram divididas. O Rapha, por exemplo, ODIOU. Bom, agora está definitivamente com cara de schnauzer, a saia (que eu não gosto muito e acho pouco higiênica) está bem curtinha e muito bonita. Continuam perguntando se ele é "mistura com schnauzer", mas agora é só porque as pessoas desconhecem a existência do tamanho "standard". Fica decidido assim: a gente deixa crescer bastante o pelo, e quando já tiver passando dos limites a gente faz a tosa da raça e espera crescer de novo. Assim a gente garante pelos saudáveis, sem mantê-lo com a tosa da raça o tempo todo (que eu também acho desnecessário).
Primeira tosa da raça, ficou fofo:

A gente deixa ele ficar desse jeito aí antes de tosar, é o limite (quase 3 meses entre uma tosa e outra):

Alguns efeitos negativos dessa tosa: apesar de o tosador ter sido super carinhoso e cuidadoso, ele tirou (puxou, arrancou) uns tufos de pelo cheios de cera, que crescem dentro do ouvido dele. Mostrou pra gente, e disse que aquilo deveria sempre ser removido por questões de higiene. Resultado: 10 dias depois constatamos uma otite no Boomer, que de acordo com a veterinária deve ter sido causada justamente pela remoção desses pelos, que servem de proteção aos ouvidos dos animais. Ela disse que só recomenda a remoção deles caso o cão já esteja com otite, para facilitar o tratamento e atuação da medicação. Fiquei chateada, porque sempre mantivemos os ouvidos dele limpos com Epiotic, que dilui a cera e protege. Ele odeia o procedimento, mas a gente faz mesmo assim e até hoje ele nunca teve problemas. Agora temos mais uma recomendação pra pet shop, além de "não usar NENHUM tipo de perfume, mesmo que seja canino", e "shampoo NEUTRO pra filhotes".

Por essas e outras que a vet recomendou que enquanto o Boomer fosse filhote era melhor dar banho nele em casa, onde a gente poderia controlar que não entrasse água nos ouvidos, não usassem sedativos, não maltratassem e utilizassem sempre produtos SEM CHEIRO (já que qualquer tipo de cheirinho pode provocar otites, alergias de pele e conjuntivites - que ele já teve!). Dada a dificuldade de explicar na pet shop todos os cuidados que eu quero que tomem com ele, prefiro dar banho em casa mesmo (a não ser em caso de tosa). No começo a gente dava no tanque, mas depois que ele cresceu e foi ficando mais forte isso virou missão impossível. Agora o banho é morninho no meu chuveiro. Uso shampoo Granado Filhotes (mas a vet disse que qualquer shampoo canino com cheiro de NADA serve). Temos em casa também um cortador de unhas e limpamos os ouvidos.

Agora o bichinho está incomodado, sacudindo a cabeça sem parar e produzindo muita cera marrom escura. A hora de limpar os ouvidos e aplicar o remédio é uma verdadeira tortura, mas tem que ser feito. O chato é ele ficar ressabiado toda vez que a gente se aproxima, com medo do incômodo do tratamento...

23.10.08

Xixi...


Antes do Boomer chegar, é claro que eu já tinha lido tudo que pude encontrar por aí sobre cachorros, filhotes, educação canina, cinologia comportamental, schnauzers e afins. Quem me conhece sabe exatamente do que estou falando! E já sabia que seria um desafio - e de extrema importância - o housebreaking, como a literatura cyber-americana chama. Não encontrei sinônimo em português, mas significa simplesmente ensinar o cão um mínimo de hábitos de higiene para que ele possa conviver harmoniosamente com o resto da casa. Ou seja: basicamente onde fazer as necessidades.
Um pequeno detalhe é que a maior parte dos textos americanos assume que a gente mora num suburb e que o cachorro nunca deve fazer suas necessidades em casa - e sim sair pro jardim sempre que precisar, ou esperar a hora do passeio. Além de ser totalmente fora da minha realidade, depois descobri que era contra os princípios da minha veterinária - ela disse que como schnauzers têm uma tendência a desenvolver problemas renais, não era saudável ensiná-los a segurar o xixi até a hora de sair de casa. O melhor era que eles fizessem no lugar determinado, assim que sentissem vontade.
Comprei a maior diversidade de produtos feitos para auxiliar donos nessa missão (no final do post faço uma breve crítica a respeito dos produtos testados, caso alguém passe por aqui a procura de orientação). Achei que tudo ia dar certo assim de primeira, se eu estivesse preparada.
O que eu não sabia é que ELE não estava preparado. Quando chegou em casa, aos 2 meses, Boomer fazia xixi a cada meia hora ou menos, e minha coluna doía de tanto abaixar pra limpar a sujeira nos mais diversos cantos da casa. E tome pegar o cachorro no ato, brigar e carregar pro local certo (jornal). Caaaaaansa! Tome limpar tudo com um produto específico para tirar o cheiro e ele não sismar com o lugar errado. Tome levar ele pro jornal ANTES do xixi e depois de comer e ficar lá até ele fazer.
Depois de um tempo (quase um mês, eu acho) ele tinha aprendido o seguinte:

1.se eu faço xixi fora do jornal as pessoas me levam pro jornal. Aí ele fazia e ia pro jornal DEPOIS, engraçadíssimo!
2.fazer xixi no jornal é bom, porque depois me dão Doguitos! Aí, se a gente tivesse por perto, ele fazia no jornal pra mostrar que era esperto e ia todo feliz pegar o petisco.

Nesse ponto eu já estava arrasada, me sentindo um fracasso. Tentei várias técnicas: brigar quando faz xixi, ignorar quando faz xixi, entre outras tantas recomendações que li! E nada dava uma solução definitiva para o problema!
Até que eu fui relaxando - mas sem desistir de ensinar - e lá pelos 4 meses de idade ele começou a acertar quase sempre. Fui percebendo que nesse período as vezes que ele errava era porque nao conseguiu acertar, mesmo. Estava indo pro jornal mas acabou fazendo no meio do caminho, ou estava brincando e não soube avaliar a hora de parar pro xixi. Ou seja, estava faltando maturidade, mesmo. E aos 4 meses a bexiga já era maior e o xixi bem menos freqüente, facilitando um pouco pro meu lado.
Na época era um desespero, hoje vejo que tudo o que aconteceu foi parte do processo de aprendizado dele, não dava pra ensinar em alguma horas, como alguns livros sugeriram. O meu cachorro teve seu próprio tempo de aprendizagem.
Atualmente, aos 10 meses, ele já levanta a pata pra fazer xixi (filhotes machos fazem xixi agachadinhos como as fêmeas). Começou a levantar perto dos 5 meses, e presenciar esse processo foi muito legal: Boomer experimentou vários ângulos, pata direita e pata esquerda, levantou a patinha o máximo que pôde, tando que desequilibrou e caiu... Em casa ele só faz no jornal, e nunca fora dele. Sei que alguns machos têm problemas com demarcação de território dentro de casa, mas nós não passamos por isso. Em outras casas, ele segura o máximo que pode pra não fazer xixi (na casa da minha mãe ele não faz, e quando vamos pra nossa casa na serra ele prefere fazer tudo no jardim). Se estiver na rua, faz em todos os cantinhos que encontrar!


Produtos Testados:

1. Pipi Dog - é um "cheirinho de xixi", pra pingar no jornal e o filhote entender que ali é o local mais indicado. Tem o efeito esperado, mas tive que usar com freqüência muito maior que a indicada na embalagem.
2. Pipi Dolly´s - é uma bandeja onde o cachorro faz o xixi, que escorre por uma grade evitando que o animal pise nele e suje as patinhas. O Boomer não conseguiu entender que era pra fazer ali. Achei mais fácil ensinar com jornal, aém de ser caro. Apesar disso, já ouvi várias opiniões favoráveis ao produto, acho que depende do animal, mesmo.
3. Enzimac - meu companheiro até hoje, pra eventuais (raríssimos) acidentes. Produto de limpeza que contém uma bactéria que digere fezes e urina, pra ser aplicado após a remoção da sujeira. Como digere tudo, o cheiro vai embora até pro cachorro (que tem o olfato MUITO mais sensível que o nosso), evitando que repita o erro. No começo saía uma pouco caro, porque eu gastava uma garrafa por semana. A última que eu comprei está aqui há 3 meses... Muito bom!
4. Pode/Não pode - são dois produtos que têm a função de indicar onde o animal pode/não pode fazer suas necessidades. O pode funciona como o Pipi Dog, nenhuma novidade. O não pode achei interessante, porque irrita o nariz do cachorro. O Boomer começava a farejar um lugar pra fazer xixi, e espirrava! Desconcentrava e ia embora. Foi útil pra tirar dele a mania de fazer num lugar específico.
5. Tapecão - funciona como uma grande fralda em forma de tapete, absorvendo todo o xixi e evitando a molhança que fica no jornal. A idéia é ótima, mas o material é fofinho (como o de fralda), e várias vezes o Boomer resolveu deitar em cima e usar como cama, dificultando o processo de aprendizado (já que a mãe logo cedo ensina os bebês a urinar longe do local onde comem e dormem). Botei Pipi Dog em cim, mas não resolveu totalmente o problema e eu achei mais fácil (e mais barato) usar jornal mesmo.